O teatro é uma poderosa ferramenta de expressão e reflexão que nos convida a explorar as profundezas da condição humana. O nosso curso de teatro oferece uma abordagem abrangente à arte da interpretação, combinando rigor académico com exploração criativa. Desde exercícios de improvisação até à preparação de peças teatrais completas, os nossos alunos são desafiados a expandir os seus horizontes artísticos e a descobrir o poder transformador do palco.
Com uma programação diversificada de produções teatrais, proporcionamos aos nossos estudantes oportunidades emocionantes para aplicar as suas habilidades em contextos reais de performance.
professores
Bruno
schiappa
Ator, Cantor, Encenador, Coreógrafo, Autor e Investigador no Centro de Estudos de Teatro. Profissional do Espetáculo há 35 anos e Formador de Atores desde 1993. Pós-Doutorado em Estudos Artísticos Doutorado (FCT e CET, 2027-2023, Lisboa). Doutorado em Estudos Artísticos, na Especialidade de Estudos de Teatro (FLUL, 2013). Mestre em Estudos de Teatro (FLUL, 2004). Licenciado em Teatro, ramo Atores e Encenadores (ESTC, 1999. Especializou-se nas técnicas d’O Método com Marcia Haufrecht do Actor’s Studio). Autor publicado com 4 livros e um e-book. Foi dirigido pelos encenadores: João Lourenço (A Ópera dos Três Vinténs de Beltolt Brecht, Teatro Aberto, 1992), Fernando Mora Ramos (Esta Noite Improvisa-se de Luigi Pirandello, Teatro da Rainha, 1994), Claudio Hochman (Cyrano de Bergerac de Edmond Rostand, Teatro da Trindade, 1997), Carlos Fragateiro (O Jogo da Glória de Luís Mourão, Teatro da Trindade, 1998), Paula de Vasconcelos (L’Autre e Cinq Heures du Matin, de Paula de Vasconcelos, Usine C, Montréal, Canadá, 2001-2008), Marcia Haufrecht (Frozen, TNDMII, 2006) e Ana Tamen (Dias a Fio de Luísa Costa Gomes, São Luiz Teatro Municipal, 2011). Em cinema, trabalhou com Paulo Rocha, Joaquim Leitão, João Maia, Mário Barroso, José Filipe Costa, Terry Gilliam, Francisco Manso, Filipe Santos, Miguel Cardoso Faria, Luís Galvão Teles, Christina Schiewe, Lionel Baier, Zézé Gamboa, Orlando Fortunato, Markus Heltschle, tendo participado em várias coproducões lusofrancesas e lusoalemãs. Em televisão, trabalhou com Maria João Rocha, Mabrouk el Marcha Merchri, Stéphane Giusti, Patrícia Sequeira, Pedro Santana, Henri Hellman, Joqaquim Leitão, Sérgio Graciano, Carlos Avilez, Henrique Oliveira, Carlos Macedo, entre outros. Como docente, lecionou Projeto Teatro/Escola (Universidade de Évora, 2002) e Interpretação na Licenciatura em Artes Performativas (2010-2011 e 2013-2014), acumulando com o cargo de Presidente do Conselho Científico. Distinguido pelos Prémios do Guia dos Teatros / Museu do Teatro: Melhor Espetáculo a Solo e Melhor Ator num Papel Secundário (2007) e pelo Prémio de Melhor Coreografia da EGEAC (Beato, 2011). Coordenador do Departamento de Teatro e Professor de Interpretação, Voz, Improvisação e Movimento no Curso Básico de Teatro e Professor de Teatro do Curso Livre de Teatro do Conservatório Regional Silva Marques, desde 2025.
teatro
carla
madeira
Atriz, Performer, Criadora, Cineasta, Formadora de Teatro e Tradutora. Mestre em Teatro, Artes Performativas (ESTC, 2021) e Economia Latino-Americana (Universidade de Londres, 1994). Major em Economia do Desenvolvimento (Erasmus University of Rotterdam 1993) e Licenciada em Economia (Universidade Nova de Lisboa, 1992). Formada pelo Curso de Cinema Documental do Kino Doc (2023-2025). Conta com várias criações teatrais/performativas – entre elas F de Fedra | H de Hipólito (Casa do Comum, 2024; Corpo Santo, 2023), Matteo (Culturgest, 2023); Noite: Homilia para um Perdão (Casa da Achada e Corpo Santo, 2022); O Escritor (Teatro Taborda, 2021), Maman (Festival Internacional de Teatro de Setúbal, 2020), Promoção (Teatro Ibérico, 2019), O Beijo (Teatro Carnide, 2019), Lx Drive Story (site-specific, 2022) e Silêncio Premonitório (Evoé, 2019). Fez Apoio à Encenação no espetáculo A Omissão da Família Coleman, de Claudio Tolcachir, encenada por Pedro Carraca, pelos Artistas Unidos (2023). Intérprete em: O Cerejal, Luciano Amarelo (Teatro Municipal da Guarda, 2024); Hotel Chronos, de Andreia Galvão (Jardins do Bombarda, 2024); O Escuro que te Ilumina, de Mónica Calle (Culturgest e Almada, 2021); O Pequeno Eyolf, Martim Mesquita Guimarães (Teatro Taborda, 2020); Fé, Caridade e Esperança, Tónan Quito (Cossoul, 2017), À Espera de Godot, Bruno Bravo e Nídia Roque (CAL, 2024); Noturno e Não Recomendado à Sociedade, de Tiago Vieira (Latoaria, 2022), Sexy MF (MAAT) e Atlas de Ana Borralho & João Galante (São Luiz Teatro Municipal, 2018), O que fazer daqui para trás, de João Fiadeiro (CCB, 2024; e Atelier Real, 2019); Silent City, de João Garcia Miguel (Teatro Ibérico, 2019); Maçãs Silvestres, Maria Duarte (ESTC, 2022); Mulheres Nascidas de um Nome (Teatro Carnide, 2019), Rapsódia Shakespeare (Teatro da Luz, 2018), Feios, Porcos e Maus (Teatro Carnide, 2017), Cidade (Mortágua, 2016) e Édipo (Teatro Carnide, 2016) – os cinco encenados por Claudio Hochman; Inefável, de Diego Montoya (Quinta da Regaleira, 2025) e Digging Deeper, de Miguel Ferrão Lopes (Jardins do Bombarda, 2025). Fez masterclasses com Thomas Ostermeier e David Geselson e workshops com Tanya Beyeler (El Conde de Torrefiel), Yael Rasooly, Orlan, David Bonneville, Hubert Gillet, Robert Marchand, Lenard Petit, Tom Todoroff, Cathleen McCarron, Miguel Seabra, Miguel Loureiro, Tónan Quito, Ricardo Neves-Neves, Jean-Paul Bucchieri, Maria Duarte, Bruno Bravo, João Fiadeiro, João Garcia Miguel, Sara Ribeiro, Luís Moreira, Luís Castro, Miguel Castro Caldas, Teresa Sobral, Diogo Bento, Alexandre Pieroni Calado, Tiago Mateus, Cristina Carvalhal, Joana Craveiro, António Pires, Teresa Coutinho, Tiago Fernandes, Nuno Nunes, Miguel Moreira, Susana Vidal, Vitor Alves da Silva, Marco Paiva, Catarina Requeijo, Carolina Santos, Raquel Castro, Álvaro Correia, Carlos Pessoa, Marta Lapa, Marco Medeiros, Elmano Sancho, Carlos Pimenta, Mónica Calle, Cucha Carvalheiro, Sofia Cabrita, Graça Corrêa, Ana Luísa Amaral, Rui Catalão, Luciano Amarelo, Raquel André, Miguel Bonneville, Inês Barahona e Miguel Fragata, Paula Diogo, Andresa Soares, Jamie Mears, Joana Pupo, Francisco Camacho, Vera Mantero, Mathilde Monnier, Gerard & Kelly, Ali Moini, Luís Marrafa, São Castro e Mariana Tengner Barros. Atuou em projetos cinematográficos de João Mário Grilo, Mário Barroso, Miguel Gomes, Leonor Noivo, João Maia, Telmo Churro, Diogo Figueira, Hugo Diogo, Ricardo Machado e Bruno Alves. Participou em séries televisivas realizadas por Jorge Paixão da Costa, Patrícia Sequeira e Jorge Queiroga. Formadora de Teatro na Academia de Formação do INATEL, desde 2021. Docente de Inglês na empresa Dr. Finan, em 2025, e no Colégio Reggio Emilia, em 2024. Docente no Curso Básico de Teatro do Conservatório Regional Silva Marques desde 2025.
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catarina
félix
Professora, Atriz e Artista. Licenciada em Estudos Artísticos, Variante Artes do Espetáculo (FLUL, 2016-2019) e Pós-Graduada em Estudos Visuais: Fotografia e (Pós)Cinema (FCSH-UL, 2021-2022). Concluiu também o Curso Profissional de Atores na Escola ACT For All (2012-2015). Frequentou os workshops The Alchemy of Perception, orientado por Slava Kokorin e Zoya Zadorozhnaya (ACT), Representação para Cinema e Televisão – Do Casting ao Último Take com Nuno Madeira Rodrigues (ACT) e Intro to Impro com Feña Ortalli (Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra). Em 2021, foi Arquivista na Comuna – Teatro de Pesquisa. Como atriz, participou em diversos projetos teatrais, entre os quais A Coletividade de Natália Luiza no teatro Meridional, Quatro Santos em Três Atos de António Pires no Teatro do Bairro e A Vida x3 de Sofia de Portugal no Teatro da Malaposta. Em Cinema, integrou o elenco da curta-metragem O 9º Passo, realizada por Nuno Madeira Rodrigues e em O Amor é Lindo Porque Sim de Vicente Alves do Ó. Paralelamente, desenvolve trabalho como artista independente em áreas como a Pintura, o Grafismo e a Voz. Colaborou em projetos como o documentário A Casa que nos Une, de Ricardo Dias, para o qual criou elementos gráficos e deu voz a campanhas empresariais internas. Assistente de Encenação na reposição do espetáculo Kiki Van Beethoven a partir de Eric-Emmannuel Schmitt, encenação de Natália Luiza (Teatro Meridional, 2021). Professora de Expressão Dramática e Expressão Plástica em Atividades de Enriquecimento Curricular (Educar a Sorrir, Lisboa, 2023-2024). Como Encenadora, dirigiu O Que Não Tem Fim Não se Pode Medir a partir de Leandro, Rei da Helíria de Alice Vieira (Sala Esteiros, Alhandra, 2025) e coencenou com Carla Madeira As Pessoas à Minha Volta a partir de Assim, Mas Sem Ser Assim: Considerações de um Misantropo de Afonso Cruz (Auditório da SEA, Alhandra, 2025). Coordenadora do Departamento do Curso de Teatro do Conservatório Regional Silva Marques entre 2024 e 2025, onde continua a ser Docente no Curso Básico de Teatro. Professora Coadjuvante no Projeto + Expressões, em Agrupamentos de Escolas do Concelho de Vila Franca de Xira desde 2024. O seu percurso cruza Ensino, Artes Performativas e Artes Visuais, refletindo uma prática plural e aberta ao diálogo entre diferentes linguagens artísticas.
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César
Ngimba
Bailarino, ator e formador. Formado em Danças Urbanas no Studio 68, em Southwark, Londres e Movetoohot, em Burgaussen, Alemanha. Licenciado em Teatro, Ramo de Atores (ESTC). Em Londres, integrou The Bond Street Boys e passou dois anos a fazer espetáculos de rua (Hip Hop, House, Break e Krump). Os espetáculos ocorreram em Piccadilly Circus, Oxford Circus, Leicester Square e Bond Street. Em 2015, o grupo foi convidado a atuar no espetáculo Urban Versus Classical Ministry of Sound em Elephant & Castle. Em 2024, participou no espetáculo Les Ruines, coreografado por Ricardo Moreno, no Theatre Terzieff, em Lyon. Criador do evento Back to the Jam, realizado a 2018, em Portimão. Fez formação em Técnicas de Ator para Teatro e Televisão, na Escola Profissional Nicolau Breyner. em Lisboa. Trabalhou como ator no espetáculo Viúva, Porém Honesta, com encenação de Tássia Camargo. Apresentou a sua performance Urgências no Festival de Teatro Ao Quadrado, em Lisboa.
Em 2024, realizou uma mobilidade Erasmus+ na Ecôle Nationale Superieur de Techniques Teatral (ENSATT) e participou em ateliers de Interpretação (em Francês) com Valérie De Detrich, onde trabalhou o texto Europe est perdue de Kae Tempest. Com Lionel Gonzalez fez uma pesquisa através do Improviso e de Técnicas de Stanislavsky e Vassiliev com o texto de Gorky, Les Barbares. Com Phillipe Delaigue trabalhou Remi de Vos com o texto L’occident, onde trabalhou a interioridade do ator. Integrou o Coro de Natal, dirigido por Margarida Marecos, para o espetáculo de Natal, da Academia de Amadores de Música de Lisboa, na Igreja Nossa Senhora do Loreto.
Trabalhou como Assistente de Encenação de Guilherme Filipe com a adaptação do texto Inimigo do Povo de Henrik Ibsen. Foi Professor Assistente de Guilherme Filipe na disciplina de Movimento e no Exercício Final de Palco o 11.º Ano do Curso de Artes Performativas da Escola Secundária Eça de Queiroz, no Lumiar. Foi formador Oficinas de Teatro em Almada com o Teatro ABC PI. Trabalhou como Coordenador das Oficinas de Teatro do ATL da Associação Desportiva da Brandoa. Lecionou a Oficina de Teatro na Escola Sophia de Mello Breyner. Foi Professor de Hip Hop e House, em Portimão, na Escola Dança Mais, em Londres e no Forte da Casa (Alma com Dança). Professor de Improvisação e Movimento e de Voz do Curso Básico de Teatro e Professor do Aprende a Imitar e do Laboratório de Teatro II do Curso Livre de Teatro do Conservatório Regional Silva Marques, desde 2025.
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david
silva
Doutorando em Artes, Artes Performativas e Imagem em Movimento (UL/IPL). Mestre em Teatro, Encenação (ESTC). Especialista em Artes do Espetáculo, Teatro, Encenação (ESTAL). Frequentou o MA International Performance Research e o MA Drama and Theatre in Education (University of Warwick, Inglaterra), onde também deu formação. Assistente de Encenação Estagiário de João Mota no TNDMII (2012-2013), com quem fez formação em 2009, também TNDMII. Tem formação em Teatro em Portugal, Inglaterra, Hungria, Espanha, Sérvia, Escócia e Rússia (na Moscow Arts Theatre School). Ator desde 1998, Encenador desde 2001. Como ator e cantor fez Cimbelino, musical multilingue a partir de William Shakespeare (Sala Principal do Teatro da Trindade, 2004), com Direção Musical de Francisco Cardoso, Voz de Rui Baeta e Coreografia de Bruno Cochat. Professor de Teatro desde 2005. Nesse ano, recebeu o Prémio Miguel Rovisco 2005. Coautor do Musical O Século da Lua, com Encenação de Claudio Hochman e Direção Musical de Daniel Schvetz (Teatro da Trindade, 2005). Monitor de Escrita Criativa no Município de Beja (2006-2015). Formador e Assistente de Encenação (Criterion Theatre Earlston), Ator e Drama Tutor (Canley Youth Theatre e Belgrade Theatre) em Coventry. Frequentou o Curso de Directing (Royal Central School of Speech and Drama), em Londres. Encenador no Camden Fringe 2016 e no Clapham Fringe 2016 (Bacalao Performance Company e Area(Mi) Compagnia Teatrale), em Londres. Assistente Convidado de Criação de Espetáculo na ESTAL (2016-2017). Coordenador do Departamento de Artes Performativas, Coordenador da Licenciatura em Artes Performativas, Assistente Adjunto de Interpretação, Improvisação, Arte e Educação, Membro do Conselho Diretivo e Presidente do Conselho Pedagógico na ESTAL (2017- 2019). Assistente Convidado de Teatro na Pós-Graduação em Animação de Histórias na ESELx/IPL (2019-2020). Formador e Jurado Externo de Teatro na Jobra Educação (2012-2021). Formador de Contadores de Histórias e de Teatro na Escola de Teatro do Arte Viva – Companhia de Teatro do Barreiro (2020-2021). Professor de Práticas Cénicas I na In Impetus Escola de Atores (2021-2022). Jurado de Teatro Externo no Curso Profissional de Interpretação – Ator/Atriz (EPI, 2022). Co-Responsável pelo Apoio à Criação em Deus é a Transcendência Através do Corpo de Roxana Ionesco (Pólo Cultural Gaivotas, 2022). Ator e Co-Encenador em Partilhar Os Lusíadas, com Direção Artística de Cecília Sousa, pela Cassefaz Produções (Fábrica Braço de Prata, 2022). Professor Coadjuvante de Teatro em Agrupamentos de Escolas da Amadora (Projetarte, 2022-2024). Diretor Artístico e Encenador da Ópera Wave, onde dirigiu as óperas infantis Marco Polo e a Princesa da China de Isabelle Aboulker, com libreto de Christian Eymery, e A Africana de Giacomo Meyerbeer, com libreto de Eugène Scribe, ambas do projeto Ópera Prima – Prémio BPI Fundação La Caixa 2023. Diretor Artístico do Rastilho (desde 2001). Encenador do Coletivo de Teatro Comunitário da Biblioteca de Alcântara desde 2021. Assistente Convidado de Expressão Dramática/Teatro na ESE/IPBeja (desde 2016). Diretor Pedagógico e Docente do Curso Básico de Teatro do Conservatório Regional Silva Marques, desde 2024.
diretor pedagógico teatro
Patrícia
Soso
Atriz, Encenadora e Professora de Teatro. Mestre em Teatro, Especialização em Teatro e Comunidade (ESTC, Amadora, Portugal, 2023). Formada em Teatro, pelo Método LeCoq (Scuola Teatro Arsenale, Milão, Itália, 2005-2027). Possui também experiência em Performance, Cinema e Televisão. Licenciada em Direito pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (São Leopoldo, Brasil, 2001). Distinguida com o Prémio Açorianos de Teatro como Melhor Atriz, no espetáculo Cara a Tapa, de Tarcísio Lara Puiati, com encenaçãode João Pedro Madureira. (Porto Alegre, Brasil, 2012). Em 2010, foi nomeada para o mesmo Prémio nas categorias Melhor Atriz, com o espetáculo Fora do Ar, com encenação de Felipe Mônaco, e Melhor Atriz Coadjuvante no espetáculo Parasitas de Marius Von Mayenburg, com encenação de João Pedro Madureira. Atriz no filme Fábrica de Nada (2017) com realização de Pedro Pinho,em Djon África (2018), realizado por com Filipa Reis e João Miller Guerra, e em Humores Artificiais (2016), realizado por Gabriel Abrantes. Co-Produtora do projeto transmídias Invisíveis: Histórias para Acordar (2021), pelo Programa Iberescena. Colabora com a Associação A Caravana e com o Teatro Umano. Fundadora e Diretora Artística da Palco – Escola de Artes Teatrais do Grémio. Encenou os espetáculos A Convenção (2016), Cardo Estrelado (2017), Vanessa Quer Voar (2017), vencedor do Prémio Mário Rui Gonçalves, nas categorias Melhor Espetáculo, Melhor Encenação, Melhor Figurino, Melhor Iluminação e Melhor Guarda-roupa; No Mundo do Esquecimento (2018); Fado, Samba e Beijos com Língua (2019), Mulheres Ácidas (2020), De Frente para o Rio (2021); Sem Título (2022) e Arqueologias Afetivas (2022). Diretora Artística do espetáculo Copi Paste (2022). Encenadora de Duas Pessoas & Uma Ilha Sozinha de Ondjaki, no âmbito do Panos – Palcos Novos Palavras Novas, integrado na Odisseia Nacional (TNDMII,BPI, Fundação La Caixa, 2023). Encenou o espetáculo Depois da Bruma(2024), no projeto A Costela de Lilith (Ilha das Flores, Açores, Portugal), no âmbito do Programa Iberescena. Coordenadora do Departamento do Curso de Teatro e Docente no Curso Básico de Teatro do Conservatório Regional Silva Marques, desde 2025.
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